Inteligência Artificial Generativa e representações do trabalho/trabalhador de Comunicação Organizacional

relatos de uma atividade de letramento midiático

Auteurs-es

Mots-clés :

Inteligência Artificial Generativa, Trabalho, Relações Públicas, Comunicação Organizacional, Letramento Midiático, Generative Artificial Intelligence, Work, Public Relations, Organizational Communication, Media Literacy

Résumé

Neste trabalho, objetivamos compreender criticamente a construção de sentidos do trabalho e do trabalhador de Comunicação Organizacional pela Inteligência Artificial Generativa, em diálogo com estudantes de comunicação e áreas correlatas. Buscamos investigar os sentidos atribuídos aos profissionais a partir de textos e imagens gerados por IAG, bem como a presença de estereótipos, vieses e padrões de representação nas produções generativas. Adotamos uma abordagem qualitativa e exploratória, por meio de pesquisa participativa, que consistiu em: 1) realização de uma atividade presencial de letramento midiático com uso do ChatGPT; e 2) aplicação de questionário in loco, preenchido pelos participantes ao longo da atividade. Também utilizamos diário de campo para registro das percepções durante a atividade. Os resultados indicam que as IAG constroem sentidos do trabalho em Comunicação, reforçando estereótipos, vieses e hierarquias profissionais, produzindo idealizações alinhadas à lógica capitalista e a valores sociais normativos, enquanto a atividade de letramento midiático possibilitou uma leitura crítica das representações e maior reflexividade dos participantes.

Bibliographies de l'auteur-e

Adriano Affonso Mendes, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Mestrando em Comunicação pela Faculdade de Arquitetura, Artes, Comunicação e Design (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Bauru. Graduado em Relações Públicas pela mesma instituição e integrante do Grupo de Pesquisa Mídia e Sociedade.

Antonio André Pessoa Silva, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Mestrando em Comunicação pela Faculdade de Arquitetura, Artes, Comunicação e Design (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Bauru. Especialista em Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Graduado em Jornalismo pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

Guilherme Ferreira de Oliveira, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Doutorando em Comunicação pela Faculdade de Arquitetura, Artes, Comunicação e Design (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Bauru. Mestre em Mídia e Tecnologia e graduado em Relações Públicas pela mesma instituição. Vice-líder do Grupo de Pesquisa Linguagem e Mídia Acessível (Gelima), membro do Grupo de Estudo e Pesquisa em Letramento Midiático e Relações Públicas Educativas e do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Mídia e Acessibilidade “Biblioteca Falada”.

Vinicius Santos Lousada, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Mestrando em Comunicação pela Faculdade de Arquitetura, Artes, Comunicação e Design (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus Bauru. Especialista em História, Cultura e Poder pela Unisagrado e graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela FAAC/Unesp.

Roseane Andrelo, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do curso de graduação em Relações Públicas da Faculdade de Arquitetura, Artes, Comunicação e Design (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Bauru/SP. Líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Letramento Midiático e Relações Públicas Educativas.

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Publié-e

07/08/2026